Um ex-aluno de uma escola no sul da Califórnia, recentemente abriu um processo contra o distrito escolar depois de ter sido suspenso por compartilhar sua fé.
Cerca de um ano atrás, Kenneth Dominguez, 16, foi disciplinado pelo Gateway East High School,em San Diego e foi impedido de levar sua Bíblia para o campus.
A ação foi ajuizada após o Grossmont Union High School District ter se recusado a reconhecer qualquer irregularidade, de acordo com Brad Dacus, presidente e fundador do Pacific Justice Institute, que está representando Dominguez.
Dominguez é um novo crente. Ele entregou sua vida ao Senhor durante as férias de Natal no ano letivo de 2009-2010.
Cerca de um ano atrás, Kenneth Dominguez, 16, foi disciplinado pelo Gateway East High School,
A ação foi ajuizada após o Grossmont Union High School District ter se recusado a reconhecer qualquer irregularidade, de acordo com Brad Dacus, presidente e fundador do Pacific Justice Institute, que está representando Dominguez.
Dominguez é um novo crente. Ele entregou sua vida ao Senhor durante as férias de Natal no ano letivo de 2009-2010.
Quando ele voltou para a escola em janeiro, ele começou a contar os seus pares sobre sua fé cristã.
Ele estava "pegando fogo" e "animado com a sua fé," compartilhando "o que aconteceu com ele e o que Deus tinha feito", explicou a Dacus.
Mas o seu período de compartilhamento de graça chegou a um impasse quando um administrador o repreendeu. O funcionário da escola disse a Dominguez que ele não tinha permissão para compartilhar sua fé por causa da "separação entre igreja e Estado".
De acordo com Dacus, Dominguez não tinha criado qualquer perturbação enquanto testemunhava sobre sua fé aos colegas. Ele não gritava ou sequer pregava em voz alta e limitou seu discurso aos intervalos de almoço e os corredores, e não a sala de aula.
Além disso, não houve registro de nenhum estudante ou qualquer outra pessoa que desse queixa, Dacus observou.
Depois de ter sido advertido pelo administrador, Dominguez continuo a discutir a sua fé e a trazer a sua Bíblia para a escola. Ele então foi avisado de que ele não poderia trazer a sua Bíblia para o campus também. Uma suspensão de dois dias, logo se seguiu.
Defendendo o estudante, o advogado Michael J. Peffer, que dirige o escritório do PJI no sul da Califórnia, sustentou, "Nenhum aluno deve ser forçado a deixar sua fé e a Bíblia no portão quando ele entra em terreno da escola. Estamos ansiosos por esta oportunidade de reivindicar os direitos do Sr. Dominguez e proteger os alunos em toda a Califórnia."
Ele estava "pegando fogo" e "animado com a sua fé," compartilhando "o que aconteceu com ele e o que Deus tinha feito", explicou a Dacus.
Mas o seu período de compartilhamento de graça chegou a um impasse quando um administrador o repreendeu. O funcionário da escola disse a Dominguez que ele não tinha permissão para compartilhar sua fé por causa da "separação entre igreja e Estado".
De acordo com Dacus, Dominguez não tinha criado qualquer perturbação enquanto testemunhava sobre sua fé aos colegas. Ele não gritava ou sequer pregava em voz alta e limitou seu discurso aos intervalos de almoço e os corredores, e não a sala de aula.
Além disso, não houve registro de nenhum estudante ou qualquer outra pessoa que desse queixa, Dacus observou.
Depois de ter sido advertido pelo administrador, Dominguez continuo a discutir a sua fé e a trazer a sua Bíblia para a escola. Ele então foi avisado de que ele não poderia trazer a sua Bíblia para o campus também. Uma suspensão de dois dias, logo se seguiu.
Defendendo o estudante, o advogado Michael J. Peffer, que dirige o escritório do PJI no sul da Califórnia, sustentou, "Nenhum aluno deve ser forçado a deixar sua fé e a Bíblia no portão quando ele entra em terreno da escola. Estamos ansiosos por esta oportunidade de reivindicar os direitos do Sr. Dominguez e proteger os alunos em toda a Califórnia."
Fonte: portafiel.com.br

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